Sábado, 3 de Maio de 2008

Baile de rimas a uma janela de aldeia

Gosto de bailados. Não tanto de ballet mas de coisas mais contemporâneas e de expressões extemporâneas por assim dizer. Gosto. E quando do palco me descobres no meio da casa cheia e danças sem engano só para mim como se estivesse só na plateia. Adoro! E aí abraço o teu ritmo e deslizo no embalo dos teus passos de seda. E amo, e inflamo!

Mas quando o fim da noite me beliscas e a cortina desce, e o pessoal da aldeia se levanta, em coro te eleva nas palmas e depois parte nas calmas. Não fazes ideia: aí choro! Choro porque lá na aldeia só havia areia, e a malta nem fazia ideia do que era uma plateia. Eu também não gostava de bailados mas derretia-me por gelados, rebuçados e pelos teus olhos aluados. São eles que vejo neste céu estrelado. Que se apaga quando a plateia se acende. E tu não voltas para mim, Dulcineia.

K!KE às 04:00
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